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Quanto tempo durará seu equipamento novo...

Publicado por Ronaldo Novoa em 21/04/2017 às 16h42

Quanto custa um equipamento de parapente X quanto dura esse equipamento?

As vezes esse é um fator determinante para um aluno poder abraçar o esporte e se jogar no vazio da imensidão aérea...

Mas alguns pontos têm que ficar bem esclarecidos para não frustrar nosso futuro amigo de asas.

O valor para praticar o esporte é alto se considerar o montante para início. Parece inatingível conseguir comprar todos os equipamentos.

Aliás pode conferir a maioria deles aqui mesmo no site na aba Equipamento....

Você obrigatoriamente precisará adquirir para voar (lembre-se que no seu curso a escola deve fornecer todo o equipamento durante as aulas), um parapente, selete, paraquedas de emergência, capacete e rádio.

Tudo mais servirá para você se aperfeiçoar, ter mais conforto ou até mesmo entrar de vez no estilo de vida do parapente.

Todos esses 5 equipamentos obrigatórios, custam em média de R$ 12.000,00 a R$ 15.000,00, considerado equipamentos novos de ótima qualidade, segurança e desempenho.

Se for um equipamento usadinho conseguimos um valor 30% a 40% menor, desde que com laudo e tempo de vida útil ainda coerentes, usados com menor valor que isso é jogar dinheiro fora. Você estará arriscando a sua vida e arriscando a vida de outros, por um valor que não vale a economia...é sua vida… no mínimo ela vale alguma coisa?!!!

Claro que esse valor não é desembolsado todo de uma só vez....... Hoje existem fornecedores que facilitam em até 10x sem juros (pelo menos aqui tem).

Então o ideal é uma pesquisa mais elaborada com o instrutor da sua escola.

Parapente não é um esporte caro, mas tem seu custo.... Não encare a compra como um negócio.... Encare como um hobby e como tal.... Ele nos dará muita satisfação e quase nenhum retorno financeiro. Ótimo e excelente se conseguirmos essa proeza, mas não é a regra.

Tenha a ciência que em média são lançados novos modelos, pelo menos 1 vez por ano dos muitos fabricantes de parapente existentes no mundo. Ou seja... sempre temos novidade, avanços de performance e segurança.

Sempre traço um paralelo com os equipamentos de informática e celulares, temos que comprar o melhor que nosso dinheiro possa pagar.

Mas a reflexão que eu sugiro é..... Qual a durabilidade destes equipamentos?

Em média se armazenados e cuidado com carinhos básicos podemos dizer que:

Um paraquedas de emergência, tem que ser trocado por questões de segurança a cada 10 anos.

As seletes duram muito, uso uma com mais de 11 anos e ainda vai durar muito, com conforto e segurança.

O rádio, comprando de marcas  e fornecedor de confiança diria que em torno de 8 a 12 anos sem problemas.

A vela ou velame ou parapente: esse é responsável por mais de 50% do valor investido e hoje a duração média é de 5 a 6 anos para um praticante que faz em média 5 a 8 voos por mês.

Pode copiar e colar essa linha a seguir...

Você vai querer trocar a sua vela antes desse tempo....rsrsrs  me pergunte porque e terei o maior prazer em te explicar.

O capacete, dura muito tempo também. Você acabará trocando por ter enjoado da cor, modelo etc...

Perceba então que o custo inicial de equipamentos para você começar no esporte, será diluído por muitos anos...

Reforçando que você não deve comprar nada de início..... Caso sua escola ou instrutor lhe disser que já tem que começar com o seu equipamento.....fique atento! a estrutura da escola pode não ser tão adequada.

Mas afinal quando será a época de comprar seu equipamento?

Quando você já tiver com boa prática e controle de solo do equipamento, faltando algumas aulas para seu voo de batismo. Nesse momento, seu instrutor já deve lhe ter passado várias informações de marcas e modelos de equipamentos, facilitando assim a sua escolha. Essa escolha deve ser feita baseada em alguns critérios:

Homologação da vela, peso do piloto, habilidade desenvolvida no curso e custo.... Esses critérios devem ser debatidos entre o instrutor e o aluno.

Boas escolas tem um cardápio variado de opções de marcas e modelos de equipamentos para poder servir e adequar na aquisição de seus alunos e pilotos.

Agora que você aumentou um pouco mais seus conhecimentos, podemos fazer a sua inscrição no curso e no momento adequado fazer um plano de compras individualizado assim isso não mais será um transtorno na hora da decisão.

Qualquer dúvida estou à disposição:

ronaldonovoa@gmail.com ou 11 987666642 também é whatsapp.

 

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Voando XC em vela EN A

Publicado por Ronaldo Novoa em 17/04/2016 às 18h50

Voando XC em vela EN A

Texto de Hug Miller traduzido e adaptado por Ronaldo Novoa

Para quem irá participar do Voando em Equipe essa é uma leitura obrigatória!

Velas A ou mesmo B Low, são parecidas em suas performances e você poderá tirar muito proveito deste artigo.

Não tenha pressa de aprender, nem de progredir, nem de trocar de vela....aproveite ao máximo sua primeira vela, ela lhe dará uma conforto especial, isso porque você terá menos preocupações em seu voo. Dedicando mais tempo para melhorar seu desempenho, sua habilidade, seu voo!

As velas EN As modernas sobem tão bem ou melhores que as de maior homologação. Essas velas são melhores porque tomam contam de si mesmas, liberando o piloto para aprender todas as artimanhas do voo de cross country.

 

  1. Aprenda a subir bem

Velas com menor alongamento enroscam mais apertado do que velas mais alongadas. Você pode gira-las dentro de núcleo mais centrados.

 

  1. Aprenda tiradas baixas

Em velas EN A podem te ajudar a encontrar o núcleo mais facilmente. Elas são trimadas de modo a manter a estabilidade no cabeceio, ficando mais estáveis na turbulência, assim você poderá fazer 360s mais suaves. O fato delas não mexerem muito te permite se concentrar mais na sensibilidade da térmica. Em vez de ficar ocupado controlando a vela, está livre para sentir onde a vela está sendo puxada e ir junto. Você precisará aprender a “salvar o voo” quando está baixo, já que já que muitas vezes você terminará o planeio mais baixo do que seus amigos – mas de qualquer modo, esta habilidade é essencial.

 

  1. Voe em boas linhas

Seu planeio e velocidade não serão tão bons quanto os de pilotos de velas B high e C, então você precisa aprender a sentir as linhas com as mais flutuantes. Elas existem. Algumas dicas: ouça seu vário e voe com as mãos para cima. Sinta as mudanças sutis nos tirantes e faça micro-movimentos nos freios para sentir o caminho no ar flutuante. Voe a favor do vento o máximo que puder e não aposte corrida. Concentre-se em si mesmo e na escolha das linhas certas.

 

  1. Suba até o topo

Seu planeio não irá tão longe, então é muito importante subir alto. O truque é aprender a levar cada subida até o topo. É como se os últimos 100 metros até a base fosse sua hora de ouro. Apesar de dar vontade de dar vontade de sair correndo, você tem que tirar proveito máximo da térmica em um EN A antes de escolher um alvo bem próximo. Dedique-se a centrar a térmica e logo você terá espaço pensar seu próximo movimento.

 

  1. Evite a descendente

Mantenha-se alto e embaixo da cumulus ou dos fiapos de nuvens para se manter no ar bom, e fique no lado a barlavento das nuvens. Nas ascendentes os parapentes são fantásticos – planam por quilômetros. Mas na descendente o jogo é diferente. Nosso voo é lento, precisamos acelerar ao máximo para sair o mais rápido das descendentes.

 

  1. Continue aprendendo

Você tem que fazer do aprendizado constante um objetivo. Muitos de nós ficamos preguiçosos e achamos melhor simplesmente apenas voar, mas não é. Faça anotações após cada voo, identifique o que foi positivo ou não.  Releia seus comentários assim seu aprendizado será continuo.

Quando achar que está pronto para mudar de vela com maior homologação, pergunte se, já fez um SIV, já fez alguns voos de voos de cross?, já planou acelerado na base? Caso contrário se ainda não fez isso em uma vela EN A, você só vai atrasar seu desempenho.

 

Fundamental

Você pode perfeitamente voar cross country com sua vela A – o piloto é o fator primordial.

Um bom piloto em uma vela básica, voa melhor do que um piloto sem habilidade em uma vela alta performance

Estar confortável em uma vela significa que você voara melhor – sem dúvida!

Não se sinta pressionado a “progredir logo” – faça ao menos 100 horas com sua primeira vela, faça um SIV e voe XC.

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Voando Em Equipe

Publicado por Ronaldo Novoa em 30/03/2016 às 21h05

Atenção Pilotos
 
Número de vagas limitadas ...ATENÇÃO!!!! Será respeitada a data de pagamento da inscrição (Os primeiros 60).
 
No post anterior falamos sobre rádios inclusive com uma atualização importante sobre fonia, vale a pena conferir!!!
 
Para ajudar a galera que irá participar do Voando em Equipe vamos escrever sobre alguns itens que servirão de norte para iniciá-los na procura de novas informações.
Falaremos sobre:
voar com velas EN A
como voar em XC ou competições
como lidar com o medo ou adversidades do voo
como usar GPS e integrados lk8000, Xc-Soar etc...
e muito mais...
 
Hoje falaremos um pouco mais sobre o evento e como acontecerá:
 
INSCRIÇÕES ABERTAS!

Vagas limitadas, Garanta já a sua! Para se inscrever, clique aqui.

Leia mais

Estaremos realizando entre os dias 14 e 15 de maio, a segunda edição da nossa competição de voo de distância em equipe.


A primeira edição em 2015 foi um grande sucesso, com a participação de 12 equipes formadas por 5 pilotos cada, onde todos puderam trocar experiências em um clima de muita amizade e descontração.

Desenvolvi essa competição afim de promover a interação entre pilotos e fazer com que os mais experientes possam passar um pouco do que sabem para a galera que está iniciando seus voos de distância. Então, qualquer piloto que já domine o voo em térmicas poderá participar, mesmo que nunca tenha realizado um voo de distância. Esse talvez seja o grande barato da nossa brincadeira é sair da zona de conforto...

Como irá funcionar? 

INSCRIÇÕES:
Essas terão um custo de R$50,00 e dará direito a camiseta e resgate para as provas.

VAGAS:
Levando em consideração que teremos a participação de vários pilotos que estarão participando de sua primeira competição, estaremos limitando o número de vagas a 60 competidores (os primeiros 60 boletos pagos), oferecendo desta forma um maior nível de segurança a todos.

PREMIAÇÃO:
Patrocinados pela Sol Paragliders e Apoio ABP
Troféu + R$300,00 para cada integrante da equipe vencedora.
Prêmios da Porto Seguro para equipe vendedora
Prêmios da Enjoy It para equipe vencedora
 
E também sorteio de brindes para todos os participantes presentes na premiação!

QUEM PODERÁ PARTICIPAR:
Pilotos associados ou não ao CSPVL, desde que estejam com suas habilitações (ABP ou ABVL) em dia.

EQUIPES:
Estas serão formadas através de sorteio, momentos antes da decolagem.
Cada equipe deverá contar com 5 pilotos, sendo: 2 pilotos iniciantes, 1 piloto de nível
intermediário e dois pilotos de nível avançado (experientes em voo de distância).
 
Todos participantes poderão usar o simulador de força G, que foi patrocinado pela Sol Paragliders, Enjoy Voo Livre e Barlavento Sul Escola de Voo Livre

PONTUAÇÃO:
Para incentivar que os pilotos "cabeças" das equipes se esforcem para levar todos de sua equipe até o mais próximo possível do goal, a pontuação dos pilotos menos experientes terão peso maior.

PROVAS:
Serão realizadas duas provas do tipo (tempo individual), sendo uma no sábado e outra no domingo. Ambas com média de 35km e 4 pilões.

RESGATE:
Todo piloto inscrito terá direito a resgate para as provas.

GPS:
Os pilotos devem trazer os cabos de seus aparelhos de GPS.

UPLOAD DOS PONTOS:
Os pilotos deverão fazer o upload dos pontos da competição, no sábado até às 10:30h, na rampa.

DOWNLOAD DOS VOOS:
Todos os pilotos deverão levar seus aparelhos de GPS até o QG para que sejam baixados os dados do seu voo. Por se tratar de um voo em equipe, é muito importante que TODOS baixem seus voos, pois seus pontos poderão fazer falta para sua equipe.

LOCAL DO QG:
PIZZA TIME - Rua João Teixeira da Frota, 1174 - Shopping São Pedro.
 
Em breve tem mais....
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Utilização do rádio no voo livre.

Publicado por Ronaldo Novoa em 24/03/2016 às 18h26

Pessoal vamos falar de um assunto pouco abordado mas de suma importância em nosso esporte!

A primeira coisa que você deve saber é que para se usar um rádio na faixa dos 2 metros (que é o que usamos, o nosso conhecido HT), você deve ser habilitado pela Anatel ( Agência Nacional de Telecomunicações). O processo é relativamente simples basta licenciar-se como radioamador classe C, maiores informações no site da Anatel em: www.anatel.gov.br. Veja com seu instrutor como ele pode auxiliá-lo no estudo das matérias e para marcar o exame na Anatel.

 

Bem, isso posto vamos ao que interessa.

O rádio é sim equipamento obrigatório de segurança, sendo proibido qualquer decolagem sem ele, mesmo que seja aquele preguinho (veja o que significa um prego naquele outro post de glossários)!!!!

Nem é preciso falar aqui das vantagens de se ter um rádio de boa qualidade e boa procedência e bons rádios custam caro e acredite vale cada centavo na hora que você for precisar dele:

Na hora de um resgate distante, ou numa emergência onde você arborizou longe dos olhos dos amigos, ou nos seus primeiros pousos e seu rádio pifou...ou por ser seu rádio um xing ling, ou seu rádio parou de funcionar durante aquele seu primeiro lift e nada de alguém falar para te tranquilizar....

Mesmo no morrinho em seus primeiros voozinhos ao tirar o pézinhos do chão a segurança de uma voz amiga...nada mal, não é!!!!

Mas voltando ao nosso post

Você já está numa escola que preza por uma boa instrução é quer o melhor para seus amigos e alunos...então vamos lá:

Abaixo seguem uma tabelinha que poderá ser impressa, recortada e deixada junto com seu equipamento até você ter total domínio sobre essas funções do ICOM V80....parece tosco, mas é útil......é mais tosco você chegar numa rampa e ficar de um lado para o outro atrás de alguém com paciência pra mexer em seu rádio. Acredite!

Atualizando...
Um acessório importantíssimo é a fonia: é o conjunto de fone de ouvido, microfone e ptt que visam auxiliar a operação do rádio em voo. De todas já experimentadas ( mic, laringofones, ptts no dedos, etc...) a melhor de todas é a desenvolvida pelo amigo piloto Serginho de Rio Claro. Ela é composta de 1 fone de ouvido, 1 mic embutido e 2 ptt instalado estrategicamente no casco do capacete(qualquer tipo de capacete) facilitando a operação, não precisa nem tirar a mão do batoque. Vale cada centavo! 

 

E um vídeo bem feito sobre as principais funções do rádio Icom V80

Funções Básicas Rádio Icom V-80 Claúdio Hernandes

 

Aqui na loja você encontra Icom V80 original japonês com o melhor preço. Peça um orçamento contato@enjoyit.esp.br

 

 

 

 

 

 

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Voando Seguro, com a Porto Seguro

Publicado por Ronaldo Novoa em 05/02/2016 às 15h03

                                         

 

Assumindo os riscos....Seguro Porto ABP

Se você já tem sua bola de cristal, sabe usá-la direitinho então pode ser que saiba quando irá ocorrer um acidente com você!!! E nem precisar continuar lendo esse texto....rsrsrs

Embora tenha começado com uma gracinha, esse é um do assuntos mais sérios abordados aqui!

A partir do momento que resolvemos ir para rampa, já começam os riscos, no transito, na estrada na preparação, na decolagem, no voo, ao enroscar nas várias térmicas, no pouso, no retorno, enfim.....a todo momento.
Percebemos com os últimos acidentes deste ano que a bruxa não escolhe, o aluno de 1º dia de aula, ou o preá, ou o Top fly pilot das galaxias...

Deixo claro que não ganho um só centavo com esse texto, mas ganho força em poder trazer mais adeptos ao esporte em aderir ao seguro, afastando o risco de perdermos essa importante ferramenta de voo mais seguro.

Porque um voo mais seguro?
Só de saber que caso aconteça alguma coisa comigo, minhas filhas e esposa estarão um pouco mais resguardadas.
Todos nós sabemos que valor nenhum se compara a perda de um ente querido, mas nos últimos acidentes vimos o quão importante foi o Seguro da Porto. Isso me trás uma paz e um problema a menos para meu voo!

Descrevo abaixo o que realmente acho importante nesse produto exclusivo da Porto Seguro que a ABP, conseguiu para nós pilotos (e depois falam que a entidade nada faz, como é que isso aconteceu hein!!!). Nem banco e nem empresa até o momento cobre nosso esporte, portanto fiquem atentos.

É um seguro de vida que tem alguns benefícios importantes que valem ressaltar:
1. válido em qualquer lugar do mundo.
2. cobre qualquer tipo de sinistro com o assegurado, desde um tombo no banheiro, voo livre, queda de avião, acidente de carro e etc.
3. cobre inclusive competições, quer seja o piloto amador ou profissional.
4. tem uma ajuda de custo para despesas médicas e hospitalares conforme o plano.
5. rapidez no pagamento do premio


São duas opções de valores de cobertura a sua escolha:

Opção 1:
Morte Acidental / Invalidez Perm. Total/Parcial por Acidente - R$ 55.000,00
Despesas Médicas Hospitalares - R$ 2.000,00 (franquia de R$ 200,00)
Custo: R$ 120,00 ao ano / R$ 10,00 proporcional-mês

Opção 2:
Morte Acidental / Invalidez Perm. Total/Parcial por Acidente - R$ 100.000,00
Despesas Médicas Hospitalares - R$ 5.000,00 (franquia de R$ 500,00)
Custo: R$ 279,12 ao ano / R$ 23,26 proporcional-mês

Não é válido para o paramotor ou speed fly ou outras categorias. Somente parapente.

Ah mas alguém pode questionar... Só vale se revisar o equipamento todo ano????
A resposta é não!
Fica valendo as condições de garantia de cada modelo de cada fabricante.
Por exemplo:
Se na vela X, o fabricante determina que após 300 horas de voo, deve ser revisa a cada 100 horas. Assim será exigido da seguradora.

A maioria das revisões e laudos hoje em dia custam menos que um final de semana de voo, então não é desculpa!!!

Mesmo assim pensando não só nisso, mas também fortalecer o clube e a entidade.
A Enjoy It e seus parceiros bolaram um programa de desconto onde visa realmente facilitar e fazer você ganhar dinheiro com uma serie de descontos na compra de produtos e serviços aqui na Enjoy It, desde que você tenha boas atitudes.

Conheça nossa PROMOÇÃO - BOAS ATITUDES!

Você vai ver que dependendo da compra, a  anuidade da ABP, o Seguro e as vezes a anuidade do clube vão sair de graça!!!

Vale a pena andar regularizado!

Boas atitudes dão descontos para você!
As ofertas são válidas por tempo indeterminado, no site e na loja física em São Paulo.

Faça já o seu seguro, entre no site da ABP, faça o login e siga para esse link:
http://www.abp.esp.br/index.php?id=68

​ATENÇÃO PILOTOS DE DUPLO:
​Quem tiver interesse no seguro de passageiros e terceiros, por favor entre em contato, precisamos de um volume (em torno de 150 pilotos) para adesão.​
Se alguém precisar de alguma ajuda, pode entrar em contato.​
 
E sim quanto mais assegurados, melhor será nossa negociação e benefícios.
 
 
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Para que os clubes de voo existem, ou deveriam existir!!!

Publicado por Ronaldo Novoa em 01/02/2016 às 23h26

 

Para quem acha que um clube serve apenas para arrecadar anuidade e verificar se o sócio está em dia.....Ledo engano.

Um Clube assim com “C” maiúsculo, existe para os pilotos. Sua função primordial é defender os interesses de seus associados. E o que vem a ser esses interesses?

Zelar pela estrutura do clube (decolagens, pousos, espaço aéreo, controles de escolas e voos-duplos).

Promover eventos que não só beneficiem seus associados, mas toda uma cadeia de atividades dentro daquela comunidade.

Pilotos de voo livre (parapente ou asa delta) filiados ou visitantes, acabam consumindo em toda rede: bares e restaurantes, hoteleira, combustíveis, lembrancinhas, farmácias e até reparos em veículos. Isso gera negócios para o comercio e impostos para cidade.

Os Clubes devem ter ações sociais, como campanhas de Natal distribuindo centenas de brinquedos a crianças carentes, fraldas geriátricas em lares de velhinhos, doação de alimentos, palestras sobre o esporte nas escolas locais entre outras ações que visem a boa relação entre o esporte e a cidade de maneira geral.

Zelar pela segurança de todos os pilotos, tanto faz se filiado ou não, se iniciante ou não, até mesmo se forem turistas em visita naquele sitio de voo.

Outra incumbência de um Clube organizado é responsabilizar-se para que todos os pilotos estejam formalmente habilitados, com suas carteiras em dia. Se o piloto tem a idade mínima para pratica do esporte.

Se todos os equipamentos obrigatórios estão em ordem.

Lembrando sempre que o maior patrimônio de um Clube, são seus associados!

Para isso deve ter regras firmes e faze-la que todos que utilizam aquele sitio as sigam independente de ser sócio ou não daquele clube.

É fundamental, que se conheça as regras de cada clube, assim como o perímetro de seu NOTAM (Notice to Airman). O piloto respeitoso ao chegar em um novo sítio irá procurar saber como funciona o clube, quem é o fiscal de rampa, onde está o pouso, pontos de atenção de decolagem, voo e pouso, bem como socorristas equipamentos de socorro, telefones e endereços de hospitais e resgate para casos de emergências.

Por outro lado o clube deve ter:

Transparência em suas contas;

Diretoria com força para o trabalho em todas as frentes de gestão de uma entidade;

Notam atualizada;

Equipamentos de socorro, maca, colar cervical, talas entre outras;

Eventos de voo que beneficiem a maioria de pilotos;

Ações sociais;

Documentação em dia.

Quer montar um clube?

Entre em contato conosco, teremos um satisfação enorme em ajuda-los!

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Atento alunos e ou futuros alunos de curso de parapente

Publicado por Ronaldo Novoa em 28/01/2016 às 19h25

Aos alunos e candidatos mais incautos

Queridos alunos, sabemos que por mais que nos esforcemos para garantir o maior nível de segurança em seus voos, tanto para ti como para os outros pilotos que estão no ar, a criatividade de alguns piloto-aluno chega a beirar o infinito....

Por tanto se você é aluno e está em uma escola devidamente homologada, certificada e reconhecida saiba que nem a sua maior peripécia, poderá abater nossa responsabilidade e nosso compromisso com a sua segurança.

Algumas dicas de como se comportar em suas aulas...

  1. Acredito que a grande palavra em nosso esporte é COMPROMETIMENTO: tanto do instrutor que além da responsabilidade, tem que estar sempre atualizado é deve ser o facilitador colocando a disposição do aluno seu conhecimento, didáticas e todas as ferramentas possíveis para o melhor aprendizado do aluno. O aluno (em qualquer fase  do aprendizado) deve comprometer se com as regras da escola, do esporte, com seus estudos, suas práticas e principalmente com sua disponibilidade com a atividade que escolhera.
  2. Se tem alguma dúvida, pergunte! Um dos maiores índices de acidentes é justamente pela falta de comunicação ou informações necessárias na prática das atividades do parapente. Faça sempre briefings e debriefings com seu instrutor.
  3. Tenha cuidado com seu equipamento: rádios e eletrônicos de qualidade e devidamente prontos para o uso; validade, dobragem e manutenção de reservas em dia, revisão e conservação de suas velas e obviamente dentro; capacetes sem trincados e no prazo de validade. Relembrando que são itens obrigatórios para a pratica do voo livre: parapente no tamanho e categoria apropriada a seu tamanho e nível técnico; selete homologada conforme normas internacionais; paraquedas reservas também de tamanho apropriado ao piloto; capacete, prefira os melhores modelos e homologados para proteger seu cérebro; rádio de comunicação.
  4. Cuide de sua documentação: cada vez mais os clubes sérios e organizados exigem dos pilotos comprovações de seu nível técnico e aptidões. Por isso regularize-se filiando a um clube formal. A uma entidade de abrangência nacional e reconhecida por todos os clubes (somente a ABP e ABVL, preenchem esse requisito), mantenha sua família com respaldo, voe seguro. Uma parceria entre ABP e a Seguradora Porto Seguro elaboraram um seguro que cobre acidente não só de parapente, mas como qualquer outro sinistro, em qualquer parte do globo terrestre. Quando você for a uma nova rampa e apresentar essas credenciais, tenha certeza que será muito bem visto e recebido, mostra que você é um piloto que se mantém corretamente e consciente.
  5. Lembrem-se sempre do trinômio Aptidão, Equipamento e Condição meteorológica: Repita e entenda esse conceito como um mantra, ele pode salvar sua vida.

Pense nisso!

Sempre que houver alguma dúvida fique à vontade e entre em contato comigo, estou à disposição!

Não importa sua escola, região, clube nossa intenção é ajudar!

 

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Termos técnicos ou nem tanto no parapente

Publicado por Ronaldo Novoa em 14/01/2016 às 12h13

Pessoal, quando iniciamos no parapente uma das duvidas mais correntes são os significados dos termos técnicos e gírias que usamos no voo livre de parapente.

Para facilitar um pouco a vida do iniciante, agrupei essa lista para que você tenha uma referencia fácil do significado da maioria dos termos.

Como o nosso país é gigante, pode ocorrer de alguns termos regionais não estarem presentes nessa lista. Se esse for o caso...só mandar um email que vamos constantemente alimentar esse nosso inventário.

Alguns termos são bastante curiosos como esses: "mônorei" e "gudifrai", só são compreensivos depois de uma certa dose etálica ou mesmo de uma boa observação in loco da ação em questão...rs 

Abortar Desistir, cancelar uma decolagem ou manobra
Adrenado Sensação de medo, por alguma condição de decolagem ou voo inesperado ou turbulento
Air-Bag Proteção colocada na selete para proteger em pousos mal feitos/sentado
Angulo de ataque Angulo formado pela corda e pelo vento relativo (ou trajetória do parapente)
Arborizar Pousar em arvore
Ascendente Corrente de ar, que nos leva para cima, normalmente nos referimos como termal
Bacalhau Parapente antigo ou muito usado
Base teto ou base da nuvem
Bater Asa Recurso utilizado para perder altura aos poucos em pousos de precisão, onde os batoques são acionados até o pré-stall e liberados consecutivamente.
Batoque Dispositivo em forma de alça que utilizamos para comandar o parapente, acionando/puxando um dos lados faremos curvas para direita ou esquerda, acionando os dois freamos o parapente
Biruta Instrumento para medir direção e intensidade do vento, parece um coador de café que gira conforme a direção do vento.
Birutar o piloto que decola/voa na frente e serve de referência de como está a condição naquele dado momento.
Bombando Fartura de atividades térmicas
Bordo de Ataque Parte da frente do velame
Bordo de fuga Parte de trás do velame
Canhão Térmica muito forte e constante
Catrapo Colapso assimétrica
Caudal/Cauda Vento de caudal, de trás
CB Sigla para Cúmulos Nimbus - Nuvem muito perigosa para voarmos
Célula ou gomos, partes fracionadas do velame
Chupada Situação onde o piloto pode ser sugado por uma nuvem
Ciclos É o tempo entre uma térmica e outra
Cisalhamento  Encontro de duas massas de ar que geram turbulência/rotor
Cloud Street Aglomeração de nuvens alinhadas uma atrás da outra, em formato de "estradas ou ruas", propiciam o voo de XC
Cross Country / XCountry / XC Modalidade do voo em que visamos voar maior distancia a partir da decolagem
Cúmulus CU - Tipo de nuvem que adoramos, por indicar atividade térmica, estagio antecede ao CB
Deriva Desvio de uma trajetória causada pelo vento, pode ser de uma térmica em nosso voo.
Descendente Corrente de ar que nos empurra para baixo
Dust / Dust devil Redemoinho, formado pelo encontro de massas de ar em grande velocidade de deslocamento que forma um cone com ascendente e descendentes terríveis, podendo ser visíveis qdo com poeira.
Encharutar Se diz quando o velame ou reserva se encontra enrolado como um charuto
Enroscar Termal. Girar dentro de uma térmica ganhando altura
Entubar Entrar em uma nuvem...isto é proibido!
Espiral Giro descendente em 3 níveis de velocidade em formato espiralado
Estampar Subir muito alto
Estol / stall Interrupção da sustentação, causado por excesso de freio ou angulo de ataque elevado
Farofa Voo com muitos praticantes em um mesmo local no lift ou térmica
Fechada Colapso Assimétrico
Front Colapso de todo bordo de ataque
Gatilho Qualquer situação, objeto ou ser que libere/desprenda uma térmica do solo
Glider Abreviatura de paraglider/parapente
Gradiente de vento É a relação entre altitude e velocidade de vento, onde diminui conforme nos aproximamos do solo
Gradiente de vento positivo É a relação entre altitude e velocidade de vento, onde aumenta conforme nos aproximamos do solo
Gravata Ponta da vela que fica enroscada por dentro das linhas
Integrado Equipamento que integra um GPS e o variômetro
Inversão A inversão térmica acontece quando a temperatura do ar aumenta conforme a altitude, atrapalhando a formação de térmicas ou altura que elas atingem
Lastro Peso/água a mais que o piloto utiliza para atingir um peso total desejado.
Lift Massa de ar ascendente próximo a encosta ou obstáculo
Malboro Lembra da propagando do cigarro??? Venha para o mundo de malboro!!! Local ermo de difícil acesso para pouso ou resgate
Margarida O mesmo que repolhar em formato de margarida
Merreca Condição fraca de voo
Morrote/Morrinho Local de treinamento para alunos iniciantes realizarem pequenos voos
Negativa Quando acontece o estol apenas de uma lado da vela ocasionando o giro daquele lado para trás.
Nervosa Se diz da vela que requer muita pilotagem ativa
Notam "Notice to Airman" - Notificação aos pilotos
Orelhas Manobra utilizada para descida, onde se fecham/dobram as pontas da vela
Orelhimetro Tirante auxiliar para executar as orelhas
Paraca Nome carinhoso para parapente ou paraglider
Parachutagem Tipo de colapso onde o parapente desce quase que na vertical, como um pára-quedas
Paraglider Nome em Inglês
Parapente Nome em francês
Pelotão Grupo ou conjunto de pilotos que voam juntos
Pilão Ponto de referencia em competições
Piriri Térmica fraca
Porosímetro Aparelho que mede a porosidade, ou passagem de ar do tecido do parapente.
Poroso Se diz quando o parapente está em nível irregular de porosidade
Preá Iniciante/novato no voo
Prego Voo que decolamos e vamos direto para o pouso
Punhetando ou bombando Quando o piloto tenta executar a manobra de bater asas, mas não o faz com a devida destreza 
Rampa Local de decolagem
Repolhar Recolher o velame em forma de repolho, puxando as linhas
Reserva Pára-quedas reserva, equipamento obrigatório que deve ser usado em casos de emergência, o nome deveria ser ultima chance
Resgate Responsável em buscar o piloto após o voo
Rotor Área turbulenta causada pela passagem de massa de ar por um obstáculo
Roubada Situação adversa e indesejada
Sacode Turbulência sentida pelo piloto
Selete Cadeirinha que utilizamos para voar
SIV Simulação de Incidente de voo
Térmica Bicuda Se diz da térmica com diâmetro pequeno e muito forte
Térmica canudo ou colunas Qdo são constantes praticamente do solo até a base
Térmicas Correntes de ar ascendentes
Térmicas azuis Térmicas que não formam nuvens, normalmente no inverno
Térmicas de bolhas Quando são irregulares em sua formação, sendo ascendentes em formas de bolhas
Térmicas residentes Que brotam e disparam sempre do mesmo lugar
Térmicas salão De grandes raios constantes e suaves
Teto Altura máxima que atingimos
Tirada Se diz quando voamos em direção a uma térmica objetivo
Tirantes Conjunto de trás que ligam as linhas a selete através do mosquetão
Tomar uma vaca Colapso assimétrico
Tufão Vento muito forte
Turbulência Desordem em uma camada/massa de ar causada por rotor/cisalhamento
Vaca Colapso assimétrico
Varal Modo de segurar a vela para decolarmos em situações de vento fraco
Vário / Variômetro Equipamento que indica nosso deslocamento vertical, altura e apita conforme a intensidade que esse deslocamento acontece
Vela Sinônimos para velame, parapente paraglider, referente ao conjunto de tecido, linhas e tirantes
Ventaca Vento forte
Vento anabático Que sobe as montanhas em determinados horários e situações
Vento catabático Que desce as montanhas em determinados horários e situações
Zerado Sem vento ou leve brisinha
Zero a Zero ou Zerinho Térmica fraca

 

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Algo sobre como escolher um equipamento e homologações

Publicado por Ronaldo Novoa em 09/01/2016 às 16h22

Algum sobre homologações de parapentes:

 

O mínimo que você deve saber antes de comprar um parapente!

Hoje em dia com a facilidade de internet, está cada vez mais simples comprar um parapente sem sair de casa....mas será que isso é tão simples assim?

Obviamente se você já é uma águia experiente sabe da maioria dos problemas de uma compra errada. Ainda mais se levarmos em conta a internet e sites de compras e vendas onde o comprador não tem muita chance e no mínimo uma bela dor de cabeça.

Para você que está começando no esporte a melhor dica é: Não compre nada antes de iniciar as suas aulas! Pode parecer estranho, mas muita gente compra um parapente sem a menor noção do que está comprando e acreditando na conversa de um vendedor inescrupuloso, acaba pondo sua vida em risco, além de perder dinheiro.

Vão existir aqueles instrutores que só pensam em lucrar e vão tentar te empurrar um equipamento na primeira oportunidade. Prefira as escolas onde o instrutor prestará uma excelente consultoria, isso por que além do interesse comercial em fidelizar o aluno, o instrutor e você passaram por uma série de atividades e uma convivência juntos e por conta disto o instrutor conseguirá auxiliá-lo na escolha do melhor equipamento para seu tipo de piloto.

Mas para você não ser pego de surpresa vão algumas dicas:

  1. Parapente tem homologações, veja mais abaixo; e atualmente os novatos devem iniciar em um nível de parapente EN-A ou EN-B (Low)
  2. Parapentes tem vida útil, seu tecido, linhas, costuras e ferragens deterioram com o tempo e com o uso. Muita atenção, pois as vezes o tecido está limpo e bonito, mas totalmente estragado ou as linhas afrouxaram ou encolheram e você não vai querer descobrir isso da pior maneira possível, em voo. A melhor forma de se prevenir e comprando equipamentos novos ou usados com procedência e laudo de empresas responsáveis (sempre temos parceiros confiáveis para esse serviço, veja no site).
  3. Parapentes tem tamanhos, cada tamanho de parapente corresponde com a carga de voo. Voar num parapente grande ou pequeno para seu peso pode ser tão perigoso quanto se embriagar e dirigir.
  4. As linhas do parapente, são as responsáveis por basicamente duas coisas, conformação do perfil do tecido e suporte estrutural. E com o tempo essas linhas de acordo com suas propriedades podem aumentar de tamanho ou diminuir de tamanho, conforme sua carga e utilização do equipamento, mudanças de 1 a 3 centímetros já são suficientes para comprometer todo equipamento e a sua segurança. Também danos estruturais causados pela abrasão em pedras e terrenos rochosos, maresias, calor excessivo ou umidade podem danificar o material sem que percebamos. Isso só se consegue após um check em oficina confiável.

Isso é só uma parte ainda temos as costuras, alças, mosquetões, seletes, reservas, capacetes e rádios. Todos equipamentos obrigatórios de segurança exigidos para a prática segura do esporte.

No caso de seletes o ideal é verificar estado geral de conservação, com especial atenção para costuras e ferragens.

O paraquedas reserva, que sempre digo que deveria se chamar última chance...pois é exatamente isso que ele é. A sua última chance se um colapso se transformou numa sequencia de acontecimentos que você não consegue mais recuperar. Assim como o seguro de vida ou do carro, está lá para não usarmos… mas quando precisarmos ele está ali pronto para funcionar… e você vai querer negligenciar ou economizar justamente nesse item???

O reserva tem uma vida útil em média de 8 anos, que devem descartados após isso! E devem ser abertos e ventilados e redobrados a cada 6 meses. A estática, areia, umidade, os elásticos internos (estes principalmente se ressacam e grudam nas linhas impedindo sua abertura) são fatores de risco e podem retardar ou mesmo impedir a abertura do equipamento que salvará sua vida! Consulte sempre o manual do fabricante de seu equipamento.

Além disso o reserva também tem tamanhos específicos para o cada peso de conjunto (piloto+equipamento), além disso um agravante, diferenças de valores conforme o tamanho do equipamento. Fique atento com o que está comprando e recebendo, evite adquirir conjuntos todos prontos, confira sempre as etiquetas e prazos de dobragem. Uma boa dica, na compra de usados, prefira recebe-lo aberto, só assim você terá certeza do estado e dos prazos de dobragem.

Capacetes, eu normalmente indico aos iniciantes os fechados com queixeira, isso evite acidentes com os rostinhos e maxilares lindos de nossos alunos e amigos, além de ficar melhor a instalação da fonia (sistema de comunicação que promove conforto e segurança ao piloto). Em média os capacetes têm validade de 5 anos, veja o manual do seu equipamento, ou quando sofreu alguma queda ou impacto substancial.

Quanto aos rádios, os mais modernos e melhores são de bateria de lítio evitando o efeito memoria, adquira rádios com pessoas de confiança e referência, pois só assim poderá contar com a boa procedência e originalidade do equipamento. Via de regra, manter o rádio limpo, longe de locais úmidos ou quentes demais, não o guardar com a bateria conectado, não guarda-lo por longo período mais de 8 dias com a bateria com alguma carga.

 

Um pouco mais sobre homologações de parapentes.

Fuja com todas as suas forças de pessoas e instrutores que disserem que um equipamento EN-B é melhor por que sua performance é mais eficiente do que um EN-A.

O que essa homologação certifica?

Basicamente duas coisas: estrutura e resposta a colapso

Estruturalmente o órgão homologador checará pontos de ruptura de linhas, tecidos costuras etc., tudo isso afim de verificar a confiabilidade e principalmente a que nível de piloto se destina aquele modelo e tamanho de parapente. Modelo e tamanho, pois não é raro dentro de um modelo ter duas homologações diferente de acordo com o tamanho.

Quanto certificação propriamente dita o equipamento é homologado de acordo com a resposta em testes que o parapente apresentará em várias manobras em voo.

São 23 testes onde o equipamento é exigido e anotado. São testados os equipamentos de todos os tamanhos e cada tamanho e testado 2 vezes um piloto na faixa mais pesada e outro mais leve, mas dentro dos limites especificados pelo fabricante. Os testes vão desde o comportamento do equipamento na decolagem, entradas e saídas de orelhas, espirais entre outras.

Com isso o órgão pode certificar a que nível de piloto aquele modelo e tamanho se destina. Independente de fabricantes projetos ou materiais utilizados.

Percebam que com isso uma vela homologada EN-B poderá ter mais performance do que uma vela EN-C, mas com certeza será uma vela mais segura e confiável do que a homologação maior.

Independentemente de sua escola, ou local de voo, qualquer dúvida estou à disposição, só enviar sua dúvida para: contato@enjoyit.esp.br

Órgãos homologadores:

-           DHV (Alemanha) – Deutscherer Hängegleiterverband E.V.

-           Air Torqoise (Suíça)

-           Air Academy (Alemanha)

-           Aerotest (França)

CEN – European Comite for Standartization

 (Comitê Europeu de Normatização)

 

 

Veja o que diz o site do DHV ( http://www.dhv.de/web/en/testing/dhv-classification-of-paragliders/ )

Classificação DHV de paragliders

O sistema de classificação dá uma escala para o nível de habilidades de piloto exigidos para uma operação segura.

A classificação é obtida através de voos de teste, como parte do procedimento do tipo teste DHV. Estes testes são feitos para fornecer informações de segurança pertinentes, mas certamente não para medir o desempenho.

A classificação geral de um paraglider é encontrado tomando a classificação mais elevada (por exemplo, mais exigente) obtido em qualquer categoria voo de teste único.

A classificação de um paraglider pode conter um sufixo que denota a limitação a uma determinada classe de chicotes para ser usado com este paraglider.

 

Classificação

Adição  

Descrição

 1

 

Paragliders com características simples e muito indulgente voar.

 1-2

 

Paragliders com características de voo bem-humorada.

 2

 

Paragliders com exigentes características de voo e reações potencialmente dinâmicos à turbulência e erros piloto. Recomendado para os pilotos que voam regularmente.

 2-3

 

Paragliders com muito exigentes características de voo e reações potencialmente violentas à turbulência e erros piloto. Recomendado para pilotos experientes e voam regularmente.

 3

 

Paragliders com muito exigentes características de voo e reações potencialmente muito violentos à turbulência e erros-piloto, pouca margem para erros piloto. Para os pilotos experientes.

 

 G

Somente os tipos listados explicitamente de arreios

 

 GH

"H" arreios -braced - qualquer arnês grupo GH podem ser utilizados com essa paraglider (= quase todos os arreios modernos DHV certificadas)

 

 GX

Arreios-apoiados Cruz - qualquer arnês grupo GX pode ser usado com o paraglider

 

 Biplace

Certificado para operação biplace

 

 Y

Tipo de cinto de pendurar (por razões históricas)

 

 S

Arnês especial

 

O desempenho de hoje de paragliders classe 1 e 1-2 São muito parecidos com o desempenho de paragliders mais exigentes. Como as suas características de boa índole aéreas dar um alto nível de segurança ativa e passiva, eles são recomendados para quem não voam regularmente ou cuja motivação para voar é divertido, em vez de ambição.

Por outro lado, parapentes de classe 2, que eram anteriormente usados ​​no treinamento, devido à sua maior velocidade potencial hoje exigem um piloto que voa ativamente quem sabe como se recuperar de situações anormais aéreas.

O piloto mais experiente do curso vai gostar de suas características de manipulação e sua alta taxa de segurança ativa, que é combinada com um nível de desempenho igual à que de asas de competição de alto desempenho apenas um par de anos atrás.

Ao visualizar relatórios de testes que você deve ter em mente que os voos de teste são percorridos e avaliados de uma forma bem-padronizado, pois esta é a única maneira de alcançar resultados de testes reproduzíveis. Isto dá-lhe uma escala objetivo comparar paragliders, mas qualquer declaração sobre características em voo aplica-se em precisão absoluta apenas para manobras executadas de forma padronizada em condições de ensaio perfeito.

Quaisquer observações relevantes de segurança do piloto de teste que não são abrangidos pela avaliação voo de teste padronizado é citado sob "observações adicionais" de segurança de voo no final do relatório de ensaio.

 

 

Agora veja como é o padrão atual EN:

Descrição das classes de parapente

Aula 

Descrição das características de voo

Descrição das habilidades piloto necessário

 A

Paragliders com segurança passiva máxima e características de voo extremamente indulgente. Paraglideres com boa resistência a partidas de voo normal.

Projetado para todos os pilotos, incluindo os pilotos com menos de todos os níveis de formação.

 B

Paragliders com boa segurança passiva e características de voo de perdão. Paraglideres com alguma resistência às partidas do voo normal.

Projetado para todos os pilotos, incluindo os pilotos com menos de todos os níveis de formação.

 C

Paragliders com segurança passiva moderada e com reações potencialmente dinâmicos a turbulência e erros piloto. Recuperação de voo normal pode exigir entrada piloto precisa.

Projetado para pilotos familiarizados com técnicas de recuperação, que voam "ativamente" e regularmente, e compreender as implicações de um paraglider voando com reduzida segurança passiva.

 D

Paragliders com exigentes características de voo e reações potencialmente violentas à turbulência e erros piloto. Recuperação de voo normal requer entrada piloto precisa.

Projetado para pilotos bem praticados em técnicas de recuperação, que voam de forma muito ativa, têm experiência significativa de voar em condições de turbulência, e que aceitam as implicações de tal voando de asa.

 

O que é avaliado:

  • Recepção
  • Voo de teste
  • Resultado
  • Paraglider controle
  • Teste de carga
  • Final

 

Recepção: Nós recebemos um novo paraglider do fabricante. Temos certeza de que temos o tamanho e o peso faixa direita. Fabricante deve marcar o paraglider e as linhas de freio antes de enviá-lo para nós. Se não, temos de marcar o paraglider 50% e 75% da envergadura e 30% do cordão. Estas marcas nos ajudar a fazer os colapsos assimétricos e frontais corretos. Nós marcamos também a gama de freio; 0 ponto, ponto de stall e depois 25%, 50%, 75% da gama de freio. Nós também devemos receber todos os arquivos técnicas relativas ao paraglider.

Voo de teste; EN926-2:
O piloto de teste está pronto para testar o paraglider em voo livre. As seguintes manobras precisam ser feitas: 
1. Inflação / Take-off   de vídeo 
2. Aterragem   de vídeo 
3. Velocidade em voo direto   de vídeo 
4. Controle de movimento   de vídeo 
5. Estabilidade arremesso sair acelerado voo   de vídeo 
6. Estabilidade cabeceio acionando mandos em voo acelerado   vídeo 
7. Rolar estabilidade e amortecimento   de vídeo 
8. Estabilidade em espirais suaves   vídeo 
9. Comportamento em abruptamente bancados transformar   vídeo 
10. Frente Simétrica colapso   de vídeo 
11. Saída de perda profunda (parachutagem)   vídeo 
12. Saída de angulo de ataque   de vídeo 
13. A recuperação de uma perda total desenvolvido   vídeo 
14. Fecho assimétrico   vídeo 
15. Controlo de direção com fecho assimétrico mantido   vídeo 
16. Rotação velocidade guarnição tendência   de vídeo 
17. Baixa velocidade de rotação tendência   de vídeo 
18. Recuperação de autorrotação   vídeo 
19. B-line tenda   de vídeo 
20. Orelhas grandes   de vídeo 
21. Orelhas grandes em voo acelerado   de vídeo 
22. Comportamento a saída de espiral   de vídeo 
23. Meios alternativos de controle direcional   de vídeo 
24. Outro procedimento e / ou configuração descrito no manual de usuários   de vídeo


Cada manobra é feita pelo menos duas vezes pelo piloto de testes, para certificar-se de encontrar o mesmo e correto comportamento do paraglider. As manobras devem ser feitas em certo ângulo em frente da câmara. Isso é feito por procedimento mínimo e máximo de peso. Em média precisamos de três voos por procedimento. As manobras estão documentadas pelos comentários de voz e vídeo de piloto de testes durante o voo.

Resultados:
Após o teste de voo o piloto escrever o relatório de teste de voo. Se o piloto de testes não tem certeza sobre o resultado, temos que verificar o vídeo do voo registrado. Se ainda não tem certeza sobre o resultado, temos que reiniciar o voo e talvez com diferente ângulo da câmera.


Controlar o paraglider: O paraglider é verificada e as linhas são medidos se for correspondente ao manual do usuário   vídeo


Teste de carga EN926-1: O paraglider também precisa passar por teste de carga sustentada, teste de choque e teste de flexão para a linha.  
Teste de choque: Realizar o teste usando um elo fraco para limitar as cargas para uma força máxima 
sustentado ensaio de carga: A paraglider está ligado a um veículo de teste e voou enquanto cargas são medidos. Diagrama de carga que você vai encontrar nesta página em "todos os relatórios". 
Dobrando teste: As linhas passam por 5000 bendings antes que quebrou a linha. Medimos a carga quando a linha está quebrada. Em seguida, fazemos um cálculo para força das linhas.  Vídeo

 

Final: Nós damos o paraglider um número de certificação, a edição do vídeo, escrever e publicar relatórios. O vídeo é fabricantes de propriedade e não podemos publicá-lo.

Aqui você pode ver uma explicação de RELATÓRIO voo de teste e ETIQUETA.  

Se você ainda tiver alguma dúvida em relação PT certificação, sinta-se livre para nos enviar um e-mail. Use em contato conosco no menu.

 

Veja mais em: http://www.para-test.com/index.php?option=com_content&task=view&id=125&Itemid=40

 

 

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